segunda-feira, 20 de julho de 2015

Curso de inglês do professor Rickson


      Todos nós já conhecemos a cantilena : "Rickson morou nos EUA por mais de 20 anos,ensinou suas técnicas pro FBI,CIA, NSA, Forças Armadas, Escoteiros, vendedores de pipoca e hot-dog, velhinhas viúvas, blá, blá,blá..... "  Era de se esperar que um cara assim dominasse perfeitamente a língua inglesa,certo ?   Só que não,meus amigos!  Confiram abaixo a fluência do "mestre" Rickson no idioma de Shakespeare:

 

     Como terá sido a comunicação de Rick com seus pupilos ianques ? Imagino frases como "Now you give a bahia woman in his legs !" ou "Encaixate one lion killer !" . Ou será que ele usou a linguagem dos surdos-mudos ?  Mímica ?  A língua do Pê,talvez ?


    RICKSON,VOCÊ É UMA PIADA !!
 

Hélio Gracie desmente o filho fanfarrão


     Cansado de ver as presepadas e mentiras que o filhote Rickson vomita na Mídia,a múmia,digo, o veterano Hélio resolveu botar tudo em pratos limpos:


  

        Quando um pai desmente o filho de maneira tão direta é sinal de que a situação atingiu um ridículo acima de qualquer limite ....

O que Dercy viu


       Há 07 anos ( 19 de julho de 2008) o país perdia a mais longeva atriz/humorista da nossa história, Dercy Gonçalves. Polêmicas à parte,é indiscutível que Dercy foi um elemento mais do que importante na construção da identidade do cinema, teatro e televisão brasileiros tanto pelo talento quanto pelo carisma e irreverência. 
       Em seus 101 anos Dercy viu e ouviu muitas coisas mas será que viu DE TUDO ? Vejamos:

 
         Aliás,não veria nem se vivesse 1010 anos .....

sexta-feira, 26 de junho de 2015

RICKSON OTÁRIO EM OUTRA ENTREVISTA IDIOTA


     Leiam o que esse senhor declarou em entrevista ao site UOL em outubro do ano passado.  Fiquem à vontade para gargalharem até caírem no chão ou vomitarem tudo o que comeram desde o jantar de ontem.
      Confiram:
   
Rickson diz nunca ter perdido em 450 lutas e critica UFC por exploração
José Ricardo Leite
Do UOL, em São Paulo
21/10/2014 06h00

Se o termo "lenda" é usado exageradamente para lutadores com currículo e história e questionáveis para tal adjetivo, ele ganha respeito se o designado tiver o sobrenome Gracie. E recebe quase que um carimbo de autenticação para permissão do uso se o Gracie em questão for Rickson, 55 anos, aquele que é considerado por muitos o melhor da família nas artes marciais.


  Se o Corrickson é considerado o melhor,imaginem o pior ! Quem considera esse palhaço o melhor entre todos os Metralh...,digo,Gracies só pode estar drogado, ignorar completamente o que é uma arte marcial ou então contando uma piada !

Ajudou junto com os familiares a difundir o jiu-jitsu pelo mundo afora e mostrar a capacidade da luta perante as outras. Antes do profissionalismo do MMA, fez históricos combates de vale tudo contra Rei Zulu. Em novembro de 83, fizeram um desafio no Maracanãzinho que foi transmitido pela Globo para provar quem era o melhor do país. Rickson venceu não só esse, mas também outro duelo que aconteceu entre ambos.


   Venceu mesmo.... Com a ajuda de regrinhas toscas ("não pode bater de mão fechada, não pode bater quando está por cima,não pode chutar acima da cintura"), da cumplicidade do árbitro (o famigerado delegado e cupincha dos Gracies, Hélio Vígio) e da própria ingenuidade do Zulu,que concordou com essas imposições ridículas.  E também da "torcida" organizada - e armada - dos alunos/capangas do Rickson, claro.

A coroação do status de melhor do mundo no vale tudo veio depois de ser o escolhido para representar a família no Vale Tudo Japan, já na década de 90 e depois da criação do UFC. Engatou seis vitórias seguidas e ampliou seu reconhecimento.


  Vitórias em cima de quase completos incapazes? Qual é o reconhecimento que se obtém ao ganhar de amadores que treinam 3 ou 4 horas por semana ou de figuras decadentes  e menores do pro-wrestling japonês ?

Mas, muitos anos antes, colecionou inúmeras vitórias em desafios de vale tudo que eram realizados na rua ou dentro das academias. Mas, como não existia profissionalismo, o registro dos combates são baseados em quem os vivenciou na época. Não há imagens ou fotos da imensa maioria.

  Ou seja, praticamente tudo não passa de invenção das mentes pérfidas da quadrilha Gracie e seus meliantes.

Rickson diz ter pelo menos 450 vitórias sem jamais ter perdido em duelos de jiu-jitsu, sambô (luta agarrada oriunda do Leste Europeu), freestyle wrestling e vale tudo. "Uma coisa é certa; nunca perdi. Sempre fiz questão de comparecer a todos desafios e vencer por finalização", falou.


  Claro,claro.... Nunca perdeu.... Só tomou um uchi-mata aos 47 segundos de luta contra o judoca Ron Tripp no U.S. Sambo Championship de 1993 em Norman, Oklahoma. Foi jogado no chão como um saco de batatas e perdeu por ippon.  Só isso.  E só pra constar,não há registro algum de qualquer participação desse Rickson farsante em competições de freestyle wrestling ou outras competições de Sambô.


Ele carrega alguns questionamentos por não ter feito combates que o público tanto sonhou,  contra nomes de peso em sua época, como o russo Fedor Emelianenko e o japonês Kazushi Sakuraba, por supostamente pedir bolsas milionárias e impossíveis de serem pagas.

Em entrevista ao UOL Esporte, Rickson nega esta fama, fala sobre como vê hoje o MMA, e o apoio que tem dado ao seu filho Kron, que fará sua luta de estreia no esporte no fim do ano no evento japonês Real Fight.

UOL Esporte: É mais difícil a ansiedade nos tempos de lutador ou para ver a estreia do filho no MMA? Como está a preparação dele?
Rickson Gracie: Sem dúvida que como pai, técnico e amigo eu fico numa expectativa maior do que se fosse eu mesmo lutando. Ficamos nervosos, estamos confiantes na preparação dele; otimistas. O Kron é muito dedicado. Ele é muito focado  no profissionalismo que tem que atender nos níveis de treino. Sob o ponto de vista técnico e psicológico, ele está muito bem.  Eu atuo mais vendo onde posso ajudar de uma forma descontraída e mostrar pra ele a minha experiência quando ele menciona algo de treino, e aí falo ´isso aconteceu comigo´...dou direções, mas não estou diretamente ligado ao treinamento dele. Ele já sabe o que tem que fazer, e não é nenhum bicho de sete cabeças.


  Pelo nível do adversário que ele enfrentou,dá pra ver que você fez escola,caro Rickson.  Agora falta ensinar,além de só aceitar lutar contra galinhas-mortas,a inventar duelos contra gigantes e fugir de combates contra profissionais capacitados.

UOL: As técnicas do MMA atual te agradam? Acha que o jiu-jitsu ainda faz a diferença no MMA de hoje?
Rickson : O jiu-jitsu sempre foi a espinha dorsal do MMA. Mas as regras atuais conduzem as lutas mais para o striking (trocação) do que para o grappling (luta agarrada) por serem rounds curtos e os juízes não deixarem a luta se desenvolver no chão. Mandam levantar se não tiver uma dinâmica. Isso faz os lutadores se tornarem mais explosivos. E agora tem essa da capacidade de perder peso pra lutar. Hoje o esporte é diferente. Eu nunca lutei MMA, lutei vale tudo, onde não tinha limite curto tempo, limite de rounds e de peso. A estratégia e capacidade de colocar em prática seu jiu-jitsu eram muito maiores.


  Se você chama a enrolação no chão de "colocar em prática seu (sic) jiu-jitsu",aí nós concordamos com sua alegação.

UOL: Como você vê o lutador inserido dentro das grandes organizações de MMA? Muitos deles criticam a centralização e bolsas baixas, como o Wanderlei Silva com o UFC...
Rickson: Esse aspecto profissional do MMA é muito desequilibrado no sentido de que existe um monopólio do UFC de que eles determinem as condições de tudo que vem abaixo,  como TV, empresários e lutadores. Isso faz com que exista um desequilíbrio muito grande. O evento é mais importante do que o lutador. E eles brigam com os lutadores e os colocam como peça de xadrez. Isso vai acontecer até que haja uma competição entre associados, com três, quatro ou cinco grandes organizações com competitividade. O lutador está sendo mal tratado e mal pago. Eles geram fortunas e recebem um percentual insignificante. No boxe você vê uma bolsa de US$ 40 milhões pro lutador, e no MMA ela é insignificante. Às vezes um cara é bom e já se provou em vários eventos e tem que fazer contrato de US$ 20 mil pra oito lutas, o que não representa nada dentro de uma ação corporativa grande. Não existe respeito ao lutador de uma maneira digna. Ele entra por baixo e fica por baixo sendo maltratado. E quem vai reclamar? É um monopólio, só um chefe. Nosso potencial está sendo usado de uma forma sem critério e valorização.


   Nesse ponto todos nós concordamos com o 'Rick'. Em parte,pelo menos: É verdade inquestionável que os lutadores são mal pagos pelo UFC mas o grosso do faturamento deles vem dos patrocínios e da venda dos direitos para comercialização de imagem.  Ao contrário dos filmecos vagabundos que passam na TV - e que constituem a totalidade dos conhecimentos que os fãs do Rickson têm sobre MMA - ninguém está no UFC contra a vontade e muito menos luta para conseguir dinheiro para pagar remédio para a vovó viúva com artrose, operação para o cãozinho atropelado ou aluguel da casa onde funciona o orfanato.

UOL: Como você acha que se sairia no MMA com as regras de hoje, Seria um cara top?
Rickson: É difícil de fazer essa comparação, porque há muitas coisas em jogo. Eu definitivamente estaria confortável de desafiar ou aceitar uma luta com qualquer um deles numa regra do passado. Na regra atual não sei nem se meu filho conseguiria suportar a demanda física exigida como a de perder peso e esse tudo ou nada em cinco minutos. É uma outra briga, um outro animal.  Nunca lutei MMA na vida, e minha estratégia no ringue era controlar o tanque de gasolina. O tempo não era um fator a se considerar, agora se tiver que fazer tudo isso em cinco minutos, a coisa muda. É completamente diferente, é outro animal. Aí estamos falando de outra composição, é como mudar da música clássica para o funk.


  O otário acha que as pessoas pagam uma nota pra ficar vendo 2 marmanjos no chão, na maior amarração, apenas fungando um no cangote do outro e esperando horas a fio pra ver se agarram um braço ou pescoço?  Para que serve o seu "jiu-jitsu",então?  E francamente: comparar a pasmaceira que você e sua família transformaram o JUJITSU com o compasso da música clássica é imbecilidade demais !

UOL: As vitórias sobre o Rei Zulu foram seu melhor momento como lutador?
Rickson: Pessoalmente, foi a maneira que me entendi no mundo como lutador. Até então eu era professor e campeão de jiu-jitsu. Quando lutei com Zulu eu tinha perto dos 20 anos, ele era um cara muito maior e mais experiente que eu no vale tudo. Foi uma descoberta que meu potencial atingia aquele patamar, foi muito importante. E na revanche da luta com ele no Rio de Janeiro, e que venci de novo, me tornei uma figura importante e era um recomeço pro vale tudo, que estava parado no Brasil há 30 anos. Foi importante. Teve também o fato de ir pros Estados Unidos e Japão e depois alcançar níveis importantes de luta. Mas meu reconhecimento mundial veio a partir do Japão. Lá trouxe o interesse, curiosidade e respeito que o jiu-jitsu conseguiu. É isso que trouxe o que existe hoje e é incalculável saber até onde vai (o potencial das lutas). 


  Existem lutadores que exibem vitórias contra expoentes do MMA em seu currículo. E existem patetas que, quando não inventam adversários fabulosos para encher seu cartelzinho paupérrimo, contabilizam combates contra lutadores de araque como o Rei Zulu, incapazes como David Levicki, Bud Smith, Yoshihisa Yamamoto e Nobuhiko Takada ou alguém recém-saído de um tratamento para depressão grave como Masakatsu Funaki.

UFC: Você tem algum tipo de frustração por não ter lutado no UFC? Nos primeiros duelos a família escolheu o Royce, então mais leve, pra ser o representante...
Rickson: Não tenho arrependimento. Simplesmente não aconteceu. Existem algumas lutas que na hora certa eu gostaria de ter lutado, mas (UFC) não é algo que eu tenha comigo. Eu nunca recusei uma luta. Eu sempre queria me provar, era uma coisa minha. Dentro da minha carreira, esse momento certo seria lutar com (Kazushi) Sakuraba.  Seria uma coisa importante pra mim, uma luta com Fedor na hora certa...foram duas pessoas que passaram pela minha carreira e por uma razão ou por outra não aconteceu. Agora tenho que levar comigo, mas não sinto; simplesmente não aconteceu.  Tenho que levar comigo e sou muito feliz com minha carreira, com o que fiz e representei. Nunca tomei um pau sério e sempre venci minhas lutas.


  "Simplesmente não aconteceu" é uma maneira muito singela de dizer "Não tive culhão para enfrentar esses dois e por isso fugi deles e de tantos outros como o capeta foge da cruz"

UOL: Você carrega a fama de jamais ter perdido. Nunca perdeu nenhuma luta em academia, na rua, nada? Tem ideia de quantas venceu?
Rickson: Uma coisa é certa: nunca perdi. Ganhei todas minhas lutas de competição depois que ganhei faixa preta (de jiu-jitsu). Sempre fiz questão de aceitar todos os desafios. Em qualquer treino, academia ou competição na rua, sempre fiz questão de comparecer e finalizei todas as lutas. Dentro de um número bem controlado, acho que foram umas 450 lutas, só com vitórias em desafios de jiu-jitsu, sambo, freestyle wrestling e vale tudo.


  Certo,nós já sabemos que Vossa Santidade Suprema nunca recusou um adversário (hahahaha) nem perdeu sequer uma luta (hahahahahaha). Que tal dizer quando,onde e sobre quem foram essas quatrocentas e tantas vitórias ?  Partidas de Street Fighter, Mortal Kombat e outros joguinhos de luta não valem !

UOL:Você tem fama de não ter feito lutas que seriam relevantes na sua carreira por ter pedido bolsas muito caras...
Rickson: É verdade que eu sempre me valorizei. Nunca fiz contrato de mais de uma luta, mas nunca foi uma bolsa que me impediu de lutar. Eu lutava pelo que achava necessário. A luta que recebi proposta de maior valor foi depois de vencer o Funaki em 2000, no Pride, onde 30 milhões de pessoas assistiram na TV e 70 mil viram in loco no Tóquio Dome. Depois de fazer essa luta me ofereceram US$ 5 milhões pra lutar com o Sakuraba. Eu iria botar o meu burro na sombra. Mas infelizmente meu filho (Rockson) partiu nessa época e coloquei como prioridade de suporte à família. Depois desse período o Sakuraba acabou perdendo pro Wanderlei , criou-se uma imagem de máfia no Pride e muita coisa aconteceu. Fiquei esperando uma possibilidade de acontecer uma coisa parecida e não lutei mais porque ninguém ofereceu lutador e bolsa que valessem a pena pelo que achava proposta justa. Fiquei desanimado sem ter com quem lutar. Mas tudo que pedi, me pagaram. E eu sempre negociava de acordo com a viabilidade. Eu queria saber o que o cara (organizador) iria ganhar com tudo pra eu fazer parte daquele ganho. Se o cara vai ganhar muito, eu que não vou ganhar pouco. Sempre fui honesto e nunca teve nada absurdo. Jamais pedi algo a mais do que poderiam me pagar. E você vê hoje como é. Chegam no UFC com contrato de oito lutas, pagando uma merreca e explorando até tirar o sangue do cara. Eu valorizava meu passe, não deixava que me desvalorizassem.


 
Recebeu uma proposta de 5 milhões de dólares depois de ter aceitado uma merreca de 1 milhão de yens (pouco mais de quinze mil reais na época e uns 25 mil reais na cotação atual) para ser desfigurado pelo Funaki e suar baldes para conseguir uma vitóriazinha mixuruca?  Conta outra,Rickson ! A verdade é que nunca aceitaram te pagar as bolsas absurdas que pedia porque enxergaram o quão RASO e FANFARRÃO você é !  Deixa de ser canalha e pare de usar a morte do seu filho pra justificar sua covardia,seu merda!  Sakuraba te chamava pro pau desde 1999, a luta contra o Funaki foi em maio de 2000 e o Rockson morreu no final de dezembro de 2000 !

UOL: Você se considera o maior da história?
Rickson: Com relação a isso, não questiono. Está acima da minha avaliação. Cada um tem seu valor, fez seu sacrifício, teve sua exposição e carrega um grande número de fãs. Tem pessoas que falam de vários atletas. Não é muito relevante isso pra mim. O que acho fundamental é ser agradecido de ser um Gracie, ter minhas vocações e habilidades desenvolvidas e poder durante a minha vida ser um profissional de arte marcial e por à prova a minha performance, me mostrar e me sacrificar e ser um dos representantes. Não me comparo com outros, mas não deixei nada pra trás. Vejo uma carreira brilhante de atender os compromissos dados ,fazer com paixão e dedicação.


 
Primeiro dá uma de modesto,depois fala de uma "carreira brilhante feita com paixão e dedicação".....  Esse Rickson é comédia mesmo !

UOL: Tem algum lutador que você admira no MMA hoje?
Rickson: Existem grandes atletas, estão lá por merecimento. Tem muitos caras bons. Mas especial mesmo? Não vejo aquele cara que de me dá brilhos nos olhos e não posso perder a luta porque ele vai fazer algo sensacional. Vejo a coisa de uma maneira geral, tem grandes atletas, muito bem treinados e que às vezes ganham, perdem, falam besteiras, decepcionam...


  Até parece que esse pulha tem alguma moral pra julgar qualquer lutador,seja da atualidade ou não.  Uma coisa é certa: No quesito 'falar merda' o sr. Rick Gracie é campeão absoluto !

UOL: Como eram esses duelos em academias e na rua?
Rickson: Sempre havia dentro do mundo dos lutadores um bate boca pra ver quem é o melhor, um fala "meu professor é isso", outro fala "o meu é aquilo". Acontecia de haver confrontos entre estilos e academias. E ficava aquele falatório e tinha que resolver a coisa. Se não era na academia, brigava na rua como compromisso de cavalheiro. Isso já não era comum, mas acontecia. Sempre foi uma coisa saudável, a coisa acaba normal, as pessoas se cumprimentavam e depois disso vamos embora treinar.



   Justificativa legal,essa: Partir pra porrada porque o aluno de um falava que o professor era melhor que o do outro.  Muito,muito legal mesmo!  E essa outra de "briga de rua como compromisso de cavalheiro" e "coisa saudável" é simplesmente SENSACIONAL!  Isso explica as emboscadas contra praticantes de outras lutas, os quebra-quebras dentro de festas e boates, as briguinhas na base do dez-contra-um (sempre a favor dos jiteiros, é claro) e outros atos execráveis promovidos por Rickson e sua gangue:  ELES APENAS ESTAVAM SENDO CAVALHEIROS, ATENCIOSOS E JUSTOS!   E nós aqui pensando que Rickson não passava de um covarde mentiroso, cara-de-pau e falastrão !  Que injustiça !!!!!  Que vergonhoso de nossa parte !!!!!


     CONCLUSÃO:
    RICKSON ESTÁ PERDENDO TEMPO COMO "TREINADOR" E "COMENTARISTA". COM UM TALENTO DESSES EM INVENTAR HISTÓRIAS, CONTAR PIADAS E MANTER UMA CARA DE PAU INABALÁVEL, DEVERIA SE DEDICAR AOS SHOWS DE STAND-UP COMEDY !  SERIA SUCESSO ABSOLUTO !!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Sexo na TV


Bundes Über Alles !

                                             Fritz Utzeri
                                            (Jornalista,Médico e ex-colaborador do Pasquim)


    Ninguém duvida que a bunda é uma unanimidade nacional. Quando pensamos em bunda imaginamos logo o trópico, o cheiro de natureza, a praia, biquínis mínimos, aqueles predicados, sem um milímetro de celulite, bunda empinada,insolente ! Somos um país que venera a bunda. Certo? Bem,pode até ser que sim,mas povo pra gostar de bunda mesmo é o alemão. Ninguém levou a bunda tão longe quanto eles. Querem ver? Alguém já imaginou se nos chamássemos Bundesrepublica do Brasil? Impensável? Pois a Alemanha é uma Bundesrepublik,sem qualquer problema. Bundes,em alemão, significa união e o conceito está certo,a bunda é mesmo uma bela união. Sem duas belas nádegas não se faz bunda. E a república de bunda deles funciona muitíssimo bem,ao contrário da nossa que anda caidona.
    Aliás,o progresso alemão só veio quando eles - num rasgo de genialidade - adotaram a Bundes em lugar do Reich (Império). Enquanto Reich,os alemães só levaram cacete. Perderam duas guerras mundiais no século passado,saíram arrasados,isso quando o país chamava-se Deutsche Reich,o parlamento Reichtag e o líder deles era o Kaiser (Imperador) e depois o Führer (Líder),este último não servindo nem pra nome de cerveja.
    Com a democracia vieram o Bundeshaus (Parlamento), o Bundesrat (Senado). Antes que o Calheiros solte os cachorros,informo que 'Rat' em alemão é 'Conselho' e não esse bicho em que todos nós estávamos pensando, e o Bundestag (Câmara dos Deputados). O conceito de bundes pra lá,bundes pra cá espraiou-se e a Alemanha chegou ao século XXI como a (bundes) potência hegemônica na Europa e terceira economia do mundo,graças em grande parte ao Bundesbank,que é o banco central deles e funciona muito bem,ao passo que o nosso sempre nos dá a sensação de que o banco é "deles" e a bunda é nossa mesmo.
O Bundespraesident alemão vai muito bem,ao contrário da nossa que está tendo seus dias de bundes devido às falcatruas que o PT faz aos montes. Talvez seja porque nossa Constituição não permita investigar e punir. Essa sempre foi a desculpa pra tudo no Brasil mas os alemães olham para a Bundesverfassung,a constituição deles,e nem chiam. E olhem que nem é constituição mas uma lei provisória na qual não mexem porque dá certo há mais de 60 anos. Talvez a solução seja fazer uma constituição com nome bem complicado (pode ser em alemão mesmo),desses que dê medo até de mexer. Bundesverfassung... Já pensaram no Lula tentando dizer isso? E não para por aí: O correio é Bundespost,o exército é Bundeswehr. Quem quiser viajar nos magníficos trens alemães será levado pela Bundesbahn. No Brasil o transporte coletivo extrapola o conceito de bundes. É scheisse mesmo,outra palava alemã que significa merda. E no futebol quem manda é a Bundesliga,nome que o Del Nero ia adorar mas não sei se o Dunga gostaria de ser chamado de Bundestrainer. Quem sabe não está aí a solução para a Seleção? É só formar um Bundestime ! Já formaram ? Ahn.... então não tem jeito mesmo....
O momento é este! Se Bundes deu certo para os alemães,estou certo de que aqui,com nosso know-how e a matéria-prima que abundam (perdão!) construiremos o Paraíso na Terra. Só a Bundesrepublica nos salvará!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

"Medicina Alternativa de A a Z": perigo antigo que retorna

   (Artigo escrito pelos jornalistas Ricardo Valadares e Paula Aoyagui )


    Um dos livros novamente mais vendidos no país tem autor fantasma. Mas esse é o menor de seus males.


    Um dos maiores best-sellers do país no momento e que já foi alvo de investigação há 05 anos, o livro 'Medicina Alternativa de A a Z' é uma fraude. Apanhado de crendices e terapias não avalizadas pelos médicos, ele ensina a tratar doenças com “remédios” à base de ingredientes frugais. Para combater o câncer, recomenda que se coma apenas um tipo de fruta nas refeições. No caso do diabetes, indica a ingestão de suco de berinjela com argila. E por aí afora. Com capa dura, fartamente ilustrado e preço de 62 reais, o livro já atingiu a marca dos 2 milhões de exemplares comercializados e apareceu no topo da lista de mais vendidos de VEJA por quase seis meses. Suas vendas foram impulsionadas por uma campanha de divulgação maciça na televisão. Os editores compraram milhões de reais em espaço em diversos canais para veicular anúncios com a dançarina Sheila Mello. Além dela, apresentadores como Ana Maria Braga, Ratinho e Gugu Liberato (e no passado,a falecida Hebe Camargo) faturaram para tecer elogios ao livro, assinado por um certo Carlos Nascimento Spethmann. O problema é que esse autor não existe. Pior: a obra foi escrita sem a assessoria de médicos. Seus editores, o carioca Luiz Carlos da Silva e o paulista Marcos Spethmann Quiroga, são ex-vendedores de livros de porta em porta. Graças a seu manual de curandeirismo, única obra lançada pela Editora Natureza, sediada na cidade mineira de Uberlândia, dizem ter faturado 40 milhões de reais no ano passado.
    Questionados sobre a identidade do autor de Medicina Alternativa de A a Z, os editores saíram-se com quatro respostas diferentes. Primeiro, disseram que ele seria um biólogo. Em seguida, contaram que se tratava de um pseudônimo, fazendo ar de mistério. Depois, falaram que o autor seria um pesquisador de uma localidade chamada Ituiutaba. Só então revelaram a verdade: Carlos Nascimento Spethmann não é uma pessoa, e sim um composto dos nomes dos dois donos da editora e de um ex-parceiro, o jornalista Eliseu do Nascimento e Silva. “É um pool de pessoas”, diz Luiz Carlos da Silva. Coube ao jornalista Nascimento redigir o manual. “Não ouvi médico nenhum”, diz ele. Hoje afastado do negócio, Nascimento não recebe nada pelas vendas. É professor de jornalismo numa faculdade paulista e mestrando em semiótica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Ele simplesmente compilou e adaptou para a linguagem da auto-ajuda textos extraídos de livros de medicina alternativa lançados pela Editora Missionária 'A Verdade Presente', que pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma ,a mesma editora para a qual todos eles trabalhavam. Essa editora, por sinal, foi notificada judicialmente pelos forjadores do livro 'Medicina Alternativa de A a Z', por ter lançado uma obra de formato semelhante. Em outras palavras, a Editora Natureza teria copiado a Editora Missionária 'A Verdade Presente', que agora a estaria copiando de volta. Um estranho caso de plágio do plágio.


    Uma picaretagem como Medicina Alternativa de A a Z representa um risco para a saúde das pessoas. Os alimentos ajudam na manutenção de uma vida saudável, mas não curam doenças graves. Para eximir-se de responsabilidades, o livro volta e meia chama atenção para a necessidade de procurar um médico. Ao mesmo tempo, entretanto, propõe tratamentos mágicos. “Um livro como esse é um desserviço à população. Não pode ser chamado de medicina”, diz o geriatra Clineu Almada Filho, da Escola Paulista de Medicina. “É uma irresponsabilidade criminosa”, afirma o clínico geral Milton Glezer, da Universidade de São Paulo.

'Medicina Alternativa de A a Z' traz, nas primeiras páginas, artigos assinados por Zenildo Batista, Adilson Lopes e Luiz Carlos Junior. Todos são egressos da mesma igreja dos editores. Nas propagandas de televisão, fazem papel duplo como promotores de vendas e “terapeutas”. Mas a credencial máxima de Batista, por exemplo, é um curso de fim de semana numa clínica paranaense. Eles defendem com unhas e dentes as terapias do livro: “Um empresário curou sua úlcera com um suco de batatas e espinheira-santa”, diz Junior, exibindo o antes e o depois da endoscopia do paciente tratado com o tubérculo. Ao saber as opiniões dos médicos sobre o livro, o editor Quiroga anunciou que a obra passará por uma reformulação de conteúdo, a cargo de especialistas.
    As inserções na TV respondem por 75% das vendas da obra. Os editores desembolsam 150.000 reais por cada aparição de cinco minutos no programa de Gugu. Também contrataram a produtora do apresentador para a criação de três anúncios de trinta minutos cada estrelados por Sheila Mello. A dançarina ganhou 50.000 reais pelo serviço. A cada vez que elogiou o livro em seu programa no SBT, Hebe Camargo embolsou 60.000 reais. O apresentador Ratinho gostou tanto dos curandeiros que lhes deu um desconto: em vez de cobrar dois cachês, cobra um e meio. “Ratinho é um parceiro. Pagamos 100.000 reais a ele”, diz Silva. Tanto gasto vale a pena. Uma única propaganda no programa de Hebe resultou na venda de 10 800 livros. É tempo de o pessoal da TV pensar melhor ao endossar esse produto.

Alguns absurdos do livro Medicina Alternativa de A a Z:


BRONCOPNEUMONIA
Recomendações do livro: Tratamentos à base de mel de abelhas, suco de alho e sopa de cebola. Se nada funcionar em 48 a 72 horas, deve-se procurar auxílio.

A palavra dos médicos: É uma doença grave. O atraso no tratamento com remédios pode ser fatal

ERISIPELA
Recomendações do livro: Hortaliças, arroz e argila devem ser aplicados sobre essa infecção de pele que acomete principalmente idosos e diabéticos. A doença seria “altamente contagiosa”.

A palavra dos médicos: A erisipela não é contagiosa. Se não for tratada com antibióticos, pode resultar em infecção generalizada

DIABETES
Recomendações do livro: Indica uma compressa de argila com cebola ralada na região lombar e a ingestão de argila diluída em suco de berinjela, entre outros tratamentos.

A palavra dos médicos: Tudo isso é inócuo. O perigo é o paciente apostar nessas soluções mágicas e se afastar do tratamento.


HIPERTENSÃO ARTERIAL
Recomendações do livro: Tomar pela manhã,em jejum,uma xícara de chá feito com as folhas do pé de chuchu.  À tarde,uma xícara de chá feito com a flor do lírio branco.
A palavra dos médicos:  O preparado das folhas de chuchu é totalmente ineficaz,tanto como diurético quanto como vasodilatador.  A flor do lírio,no entanto,é altamente tóxica,contendo substâncias que agem no sistema nervoso central podendo causar alucinações,convulsões, paralisia respiratória,coma e morte.